Oracle – Prova 052 Pt. 1

Segue abaixo alguns conselhos importantes para a prova ou algumas dicas para quem trabalha com Oracle.

1 – Backup Full contem todos os blocos da maneira em que foi efetuado o
backup, o primeiro backup diferencial incremental contem todos os blocos
alterados desde o ultimo backup full, os proximos diferenciais incrementais
contem todos os blocos alterados desde o ultimo diferencial incremental.

2 – O campo de definição MEMORY_TARGET em uma instancia se diz respeito ao
maximo de memoria que sera utilizada pela mesma no total do servidor.

3 – Pode se usar o “Data Recovery Advisor” quando uma instancia não starta
devido a arquivos corrompidos, ou quando a mesma ja esta startada e o
arquivo se corrompe.

4 – Se um DBA simplismente tentar parar o Listener de ums instancia pelo
comando: LSNRCTL> STOP, nada ira ocorrer.

5 – O comando “ON COMMIT PRESERVE ROWS” na criação de tabelas temporarias
faz com que as linhas inseridas na mesma durem até o usuario que a criou se
desconectar.

6 – Um DBA pode realizar um recovery quando um tablespace é acidentalmente
dropado, ou quando um dos arquivos da base esta corrompido.

7 – As estruturas do Oracle do menor para o maior são:

Blocos do sistema operacional

Blocos Oracle

Extents (Conjunto de blocos Oracle)

Segmentos (Conjunto de extents)

Tablespace (Conjunto de segmentos)

8 – O flash recovery area é um lugar no disco responsavel por backup e
recuperação do sistema, o mesmo pode ser alterado, porem é necessario
derrubar a instancia, deixar a base em “mount”, “reiniciarf” o parametro
(ALTER DATABASE FLASHBACK ON/OFF) e abrir a base.

9 – Para impedir que usuarios se conectem remotamente utilizando
autenticação de rede, o parametro REMOTE_OS_AUTHENT deve estar setado como
false.

10 – Se um usuario dropa uma tabela grande, e um outro tenta mexer nesta
tabela, o segundo recebera um erro, uma vez que a tabela esta lockada em
modo exclusivo para o primeiro usuario.

11 – A expressão “Pinned buffer”, quer dizer que o mesmo esta em uso neste
exato momento.

12 – Ao se instalar no oracle, algumas das sugestões do mesmo é:

Trabalhar de modo dividido (Shared mode), o famoso RAC Oracle

Desabilitar a manutenção automatica para melhoria de performance

Usar o gerenciador automatico de backup

Configurar backup diarios para a flash recovery area

Configurar o EM (Enterprise Manager)

13 – Para se utilizar o comando “REPAIR FAILURE”, responsavel por arrumar
um arquivo corrupto por exemplo, é necessario antes utilizar o comando
“ADVISE FAILURE”.

14 – Qual a vantagem de se implementar indices reversos? Uma vez que o
indice se baseia numa logica de arvore binaria, usando indice reverso, voce
evita a sobrecarga nas folhas mais altas de um indice normal.

15 – Algumas verdades sobre UNDO TABLESPACES: Uma base pode ter mais de um,
e eles aumentam e diminuem de tamanho conforme a necessidade.
16 – Utilizando o Import DataPump é possivel importar todos os objetos de
um schema num servidor x, para um outro schema no servidor y, a opção
necessario é: REMAP_SCHEMA

17 – Para alterar o parametro de log de uma base (ARCHIVELOG ou
NOARCHIVELOG), é necessario que a base esteja em MOUNT.
18 – No log de alerta de uma instancia, nem todos os erros são gravados com
precisão, porem os erros ORA-600 e o ORA-01578 são, pois se tratam de
alguns erros mais problematicos na solução.

19 – Sobre o Oracle data pump, algumas caracteristicas que podem salvar
algum tempo são: é possivel de uma vez só, dar load de varios arquivos em
uma unica tabela, ou de um arquivos para multiplas tabelas.

20 – O que acontece no modo de recovery de uma base, logo após uma queda de
energia no servidor? O Oracle aplica tudo que foi efetuado em uma base logo
depois do ultimo CheckPoint (Um CheckPoint pode ser schedulado varias
vezes, e o mesmo garante que todas as alterações até aquele momento, ja
foram efetuadas no arquivo de dados) que esta nos arquivos de REDO.

21 – Quais os passos realizados pela instancia Oracle logo ao se iniciar
uma base que foi derrubara pelo comando: SHUTDOWN ABORT?

Os arquivos de inicialização e parametros são lidos

Area global de sistema (SGA) é alocada

memoria utilizada Processos de background do oracle são iniciados

Arquivo de controle é lido REDO LOG são lidos (se necessario, aplicado os arquivos pós

checkpoint)

Checka a consistencia dos arquivos de data

Inicia a recuperação da base.

22 – Para se criar tablespace que armazeram dados em blocos de 16kb, o
parametro DB_16K_CACHE_SIZE deve estar com um valor diferente de 0.

23 – O comando MERGE automaticamente precisa de 2 tabelas, onde sera
realizada a insersão dos dados da tabela X na Y caso o mesmo ainda não
esteja nela, e realizar um update caso ja esteja.

24 – Pode se realizar backups de tablespaces, o mesmo pode ser bem util
quando apenas um tablespace for corrompido (claro que se sua base foi
desenhada para trabalhar desta maneira), podendo restaurar apenas um
tablespace e não toda a base, mantendo-a, ainda que não 100%, no ar. Porem
se o erro: “Cannot start online recovery; media backup recovery not enable”
surgir, quer dizer que a base esta em modo de NOARCHIVELOG, tornando
impossivel este backup.

25 – Quando necessario, o RMAN (Responsavel por backup/restore e algumas
outras funções) ira utilizar a memoria da Large Pool, portanto, a mesma
deve ter um parametro alto de memoria para não impactar em performance.

26 – Quando se utiliza o SQL Loader para realizar carga em massa em tabelas, nem todas as constraints da mesma são verificadas, exemplo: As contraints UNIQUE, NOT NULL e PRIMERY KEY seram verificar, ja FOREIGN KEY não serão, portanto, o SQL Loader é uma ferramenta importante, podendo trazer grandes melhorias, porem é preciso tomar cuidado, pois uma vez que o mesmo é utilizado sem a devida atenção, pode-se haver uma inconsistencia em seus dados.

27 – As views de dicionario de dados são armazenadas no tablespace SYSTEM e são do usuario SYS.

 

By: Fabrizzio Caputo

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